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terça-feira, 7 de junho de 2011

Disco embrionário



O disco embrionário é detectado quando atinge 2mm de
comprimento, próximo à vesícula vitelina, entre 5 e 6 semanas de gestação,
aumentando aproximadamente 1mm por dia. Em geral, ao identificar-se o
embrião, visibiliza-se, concomitantemente, os batimentos cardíacos, que
obrigatoriamente devem estar presentes quando o comprimento cabeçanádega
(CCN) for igual ou superior a 5mm. Antes de 6 semanas a freqüência
cardíaca é lenta, entre 100 e 115 batimentos por minuto, aumentando
gradualmente, por volta de 8 semanas, para 140 a 160 bpm.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.

Ultrassonografia Transvaginal para Controle de Ovulação



Exame para avaliação da pelve através do canal vaginal, tendo como objetivo o acompanhamento das alterações ovarianas e uterinas relacionadas à ovulação, de forma a avaliar a ocorrência ou não da ovulação, assim como o período em que a mesma ocorrerá. Idealmente o primeiro exame deve ser realizado no 2º ou 3º dia do ciclo menstrual e o segundo em torno do 10º dia do ciclo, a partir daí sendo o período para repetição determinado pelo médico que realizou o mesmo.
Não é necessário preparo. A bexiga deve estar vazia.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.


O equipamento de última geração usa ondas de alta intensidade, que atingem só o tumor, pois são direcionadas com o auxílio da ressonância magnética. O tratamento não é invasivo e dura de três a quatro horas.
O ultrassom com foco de alta densidade é uma das esperanças para o tratamento do câncer no mundo. Em alguns lugares, como nos Estados Unidos, Europa e Ásia, a técnica já está sendo testada em tumores cerebrais, de mama e próstata.
Segundo declarações do radiologista do Hospital Sírio-Libanês e do Icesp ao jornal, o aparelho emite ondas muito mais potentes do que um ultrassom convencional. "O novo aparelho emite 20 ondas vinte mil vezes mais intensas do que um ultrassom comum, usado em exames de imagem", disse.
O resultado destas ondas superconcentradas é que, quando ela atinge o tumor, acaba ocorrendo um superaquecimento que o queima. Apesar do otimismo, o uso do novo equipamento ainda está em fase de testes e traz como ponto positivo o fato de não ser invasivo. Porém, o processo pode ser um pouco doloroso e ficar preso em algumas limitações, como a dificuldade em atingir tumores próximos a órgãos importantes ou a impossibilidade da utilização de pacientes que possuem marca-passo ou próteses metálicas.
Mas, apesar das restrições, não deixa de ser uma boa notícia para os profissionais que lutam diariamente contra o câncer em seus pacientes.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.

CARCINOMA DO ÚTERO



E tumor de linhagem conjuntiva. Entre os tumores malignos do corpo do útero, os sarcomas correspondem a 3%.
O carcinoma do útero, em geral, provocada aumento de volume do órgão, e por esta razão, assemelha-se ao mioma uterino.
Pode origina-se de mioma pré-existente, de tecido muscular ou conjuntivo do miométrio, do estroma endometrial e da parede dos vasos sanguíneos e linfáticos do útero.
A ultra-sonografia pélvica e transvaginal são úteis no sentido de detectar nódulo tumoral,mais não podem identificar sua natureza. A maior vascularização dos sarcomas pode ser avaliada através do Doppler.
Raio x do tórax e cintilografia óssea devem ser realizados o diagnósticos de eventuais matástases.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.

CARCINOMA DO ENDOMÉTRIO



Os tumores malignos do corpo útero são o carcinoma e o sarcoma. O primeiro é da linha epitelial e o segundo, da linha conjuntiva.
O carcinoma do endométrio, também denominado carcinoma do corpo do útero, representa cerca de 10% dos carcinomas do útero, em hospitais que atendem pacientes de baixo nível social-econômico, e cerca de 40%, em hospitais que atendem pacientes de classe média. Nas mulheres de alto padrão sócio-econômico, o carcinoma do endométrio chega superar, numericamente, o carcinoma do colo do útero.
O carcinoma di endométrio manifesta-se mais frequentemente por metorragia que surge após a menopausa. O risco para carcinoma de endométrio em mulheres que apresentam sangramento pós-menopausa e não usam terapia homornal varia de 5,7 a 11,5%.
Alguns dos exames complementares , para o diagnostico de carcinoma do endométrio, são os seguintes:
- Ultra-sonografia pélvica (transvaginal) e abdominal.
- Ressonância magnética
- Cintilografia óssea
- Raio x do tórax.
O tratamento do carcinoma do endométrio pode ser realizado por cirrurgia,radioterapia,hormonioterapia e quimeoterapia.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.

MALÉSTIA TROFOBLÁSTICA



Atribui-se a denominação genérica de moléstia trofoblástica a determinadas alterações patológicas da vilosidade corial. Corioma, doença trofoblástica e neoplasia expressões sinônimas. A maior incidência da maléstia trofoblástica verifica-se no período de maturidade sexual da mulher. Pode , no entanto raramente, ser encontrada em crianças, na idade avançada e também no homem.
Metrorragia intermitente e indolor ocorre em todos os casos de mola hidatiforme. Hemorragia interna, com sinais de abdome agudo, pode ocorrer na mola invasora, se o crescimento do trofoblasto penetrou no miométrio e rompeu a parede uterina. Os quadros hemorrágicos levar á anemia aguda.
Ultra-sonografia pélvica abdominal a ser realizada, de imediato, frente às condições clínicas descritas. Presença de imagens em “floco de neve” permite o diagnóstico em cerca de 95% dos casos. Por este exame, é possível detectar metástases pélvica, hepáticas e infiltração miometrial, bem como acompanhar o seguinte das pacientes.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.

MIOMA ÚTERINO



Também denominado fibroma, é tumor benigno de evolução lenta, que se desenvolve no miométrio, constituido de fibras musculares lisas e tecido conjuntivo pobre de vasos, crescendo em forma de nódulos.
O mioma do útero é a mais frequentes da neoplasias benignas do aparelho genital femenino. Indice de referencia, entre 30 a 45 anos de idade, mais nas mulheres negras do que nas brancas.
Mais adequada seria a denominação de leiomioma para o tumor, salientando sua origem da musculatura lisa. A expressão mioma, no entanto, é mais usada.
Esse tumor benigno pode situar-se no corpo ou no colo do útero, sendo esta última localização muito menos frequente em relação a localização no corpo.O mioma do corpo útero pode classificar-se em: primitivamente subseroso, primitivamente submucoso e intramural.
As manifestações clínicas do mioma depende da localização, do volume e de eventuais alterações secundárias do tumor.
O exame especular permite o diagnosticos de mioma do colo do útero e do mioma em parturiçao, ou parido.
Entre esse exames complementares, a ultra-sonografia é o mais importante, possibilitando o diagnostico dos diversos tipos de mioma.

ACADÊMICA: LÍVIA MOURA BAÚ
REF:Ginecologia / Álvaro da Cunha Basto,--11.ed.rev.e atual,--São Paulo: Atheneu Editora,2006.