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sexta-feira, 10 de junho de 2011

COMO CALÇAR LUVA ESTÉRIL

O procedimento de calçar um par de luvas estéril, requer técnica correta, para evitar a contaminação da luva, fato este que pode ocorrer com facilidade, por isso requer muita atenção. Atenção, esta técnica sofre pequenas variações quando associadas ao uso de aventais estéreis, mas não foge da regra. As luvas estéreis, devem ser utilizadas sempre que ocorrer a necessidade de manipulação de áreas estéreis. Existem vários procedimentos que exigem a utilização de luvas estéreis, entre eles os procedimentos cirúrgicos, aspiração endotraqueal, curativos extensos que se tornam difíceis realizar somente com o material de curativo. Resumindo, em qualquer ocasião que for necessário o auxílio manual em locais estéreis ou em lesões, usa-se as luvas esterilizadas. Após realizar a lavagem correta das mãos (observar as indicações de qual lavagem utilizar), abra o pacote de luva sobre uma superfície limpa, e a altura confortável para sua manipulação.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO

COMO CALÇAR LUVA ESTÉRIL

O procedimento de calçar um par de luvas estéril, requer técnica correta, para evitar a contaminação da luva, fato este que pode ocorrer com facilidade, por isso requer muita atenção. Atenção, esta técnica sofre pequenas variações quando associadas ao uso de aventais estéreis, mas não foge da regra. As luvas estéreis, devem ser utilizadas sempre que ocorrer a necessidade de manipulação de áreas estéreis. Existem vários procedimentos que exigem a utilização de luvas estéreis, entre eles os procedimentos cirúrgicos, aspiração endotraqueal, curativos extensos que se tornam difíceis realizar somente com o material de curativo. Resumindo, em qualquer ocasião que for necessário o auxílio manual em locais estéreis ou em lesões, usa-se as luvas esterilizadas. Após realizar a lavagem correta das mãos (observar as indicações de qual lavagem utilizar), abra o pacote de luva sobre uma superfície limpa, e a altura confortável para sua manipulação.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO

VIDEOLAPAROSCOPIA

Videolaparoscopia é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva[1] realizada por auxílio de uma endocâmera no abdômen (laparo).[2] Para criar o espaço necessário as manobras cirúrgicas e adequada visualização das vísceras abdominais a cavidade peritonial é insuflada com gás carbônico.[3]
O instrumental cirúrgico e a endocâmera entram na cavidade através de trocaters, que são como tubos com válvulas para permitir a entrada de CO2 e dos instrumentos sem a saída de gás, que são introduzidos através de pequenas incisões na pele (i.e. 5 a 14 mm).O pneumoperitônio é realizado de forma aberta ou fechada. Na forma aberta é realizada uma minilaparotomia e o trocar é inserido diretamente, sob visão direta na cavidade. Na forma fechada é realizada uma punção com uma agulha especial (agulha de Veress) e após ser atingido o nível pressórico desejado é inserido um trocar com um mandril (tipo de punção afiado que preenche o trocar) às cegas na cavidade.
Após a introdução do primeiro portal é inserida a endocâmera, a cavidade é inspecionada e são inseridos demais portais de acordo com a necessidade, de acordo com o procedimento a ser realizado. Ao final da operação são retirados os trocartes e as incisões são fechadas.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO

ESPECULO VAGINAL

Um espéculo é um instrumento com o qual o médico é capaz de enxergar, e examinar, o interior de uma cavidade do paciente, cuja forma dificulte essa abordagem direta.
Com objetivo semelhante ao endoscópio, difere na forma de visualização: o espéculo visa facilitar a visão do médico diretamente através do orifício, enquanto que o endoscópio utiliza uma fonte de luz e um visualizador de imagem.Espéculos vaginais e anais já eram usados na Grécia Antiga e Roma Antiga.
Podem ser para uso vaginal, retal, nasal, auricular ou oral. Entretanto, o mais conhecido é o vaginal É o aparelho q os ginecologistas usam pra fazer preventivo, ele parece aquele bico de papagaio (um prendedor de cabelo q se usava a um tempo atrás, andou na moda) ele é introduzido fechado na vagina e quando alcança a cérvix (entrada do útero) o médico abre ele formando um canal por onde ele entra com o swab (cotonete) pra colher o material pro preventivo ou pra ver algo q tiver q ver num exame de rotina.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO

HEMODIALISE

A hemodiálise é um tratamento que consiste na remoção do líquido e substâncias tóxicas do sangue com um rim artificial. É o processo de filtragem e depuração de substâncias indesejáveis do sangue como a creatinina e a uréia. A hemodiálise é uma terapia de substituição renal realizada em pacientes portadores de insuficiência renal crônica ou aguda, já que nesses casos o organismo não consegue eliminar tais substâncias devido à falência dos mecanismos excretores renais.
Na hemodiálise, o sangue é obtido por um acesso vascular, unindo uma veia e uma artéria superficial do braço (cateter venoso central ou fístula artério-venosa) e impulsionado por uma bomba até o filtro de diálise, também conhecido como dialisador. No dialisador, o sangue é exposto à solução de diálise (também conhecida como dialisato) através de uma membrana semipermeável, permitindo assim, as trocas de substâncias entre o sangue e o dialisato. Após ser retirado do paciente e filtrado pelo dialisador, o sangue é então devolvido ao paciente pelo acesso vascular.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO

Microscópio evita biópsias desnecessárias

Microscópio permite diagnóstico mais precoce de câncer de pele
Desenvolvido nos EUA, aparelho de análise de lesões dermatológicas evita biópsias desnecessárias. Tecnologia usa lentes, laser de diodo e programa de computador.

Uma nova tecnologia que permite diagnosticar câncer de pele de forma não invasiva vai chegar em alguns meses ao Brasil.

O exame é feito com o microscópio confocal, um sistema óptico que utiliza lentes, laser de diodo e um programa de computador.

O equipamento produz imagens que mostram alterações nas células e nos seus núcleos com precisão comparável à do exame histopatológico -feito em laboratório com fragmentos de pele removidos cirurgicamente. A nova tecnologia pode evitar biópsias desnecessárias.
Academico: Emidio Bruno

EXAE FISICO

O exame físico ou exame clínico é o conjunto de técnicas e manobras de alguns profissionais de saúde com o intuito de diagnosticar uma doença ou problemas de funcionalidade, entre outros. Os profissionais de saúde que se utilizam desse instrumento visam a detecção de anormalidades para possíveis intervenções e para prevenção do agravamento do estado do paciente.
Quase sempre realizado depois de uma anamnese, o exame físico pode utilizar aparelhos, tais como: estetoscópio, esfigmomanômetro, termômetro, entre outros, com o objetivo de melhor avaliar um órgão ou sistema na busca de mudanças anatômicas ou funcionais que são resultantes da doença. Além disso, serve para a constatação do bom funcionamento dos sistemas.
O exame físico pode ser geral ou focal e se divide em quatro etapas: inspeção, ausculta, palpação e percussão. Essas técnicas podem ser aperfeiçoadas com paciência, prática e perseverança. Vale ressaltar que o sentido do exame deve ser céfalo-podálico ("indo da cabeça para os pés"). Inspeção: exige a utilização do sentido da visão. Tem como objetivos detectar dismorfias, distúrbios do desenvolvimento, lesões cutâneas, presença de catéteres e tubos ou outros dispositivos. Palpação: obtenção do dado através do tato e da pressão (para regiões mais profundas do corpo). Identifica modificações na estrutura, espessura, consistência, volume e dureza.

SABRINA REGO DE SENA
II ENFERMAGEM NOTURNO