Alguns tipos de vírus perigosos conhecidos
O Ebola é um vírus que, provavelmente, tenha se originado no Zaire e no Sudão em 1976. Mata suas vítimas em poucos dias. Na primeira fase da doença, os sintomas lembram os da malária, mas por volta do quarto dia o quadro já é considerado crítico: febre alta, hemorragia generalizada espontânea, fezes sanguinolentas e vômitos com jatos de sangue. Surgem várias feridas que se espalham pelo corpo rapidamente. A vítima morre por volta do nono dia. No Zaire, o índice de mortalidade chega a 90% das pessoas infectadas.
Entre os vírus, cuja existência anterior era desconhecida e aqueles que conhecemos há mais tempo, estão o vírus Sabiá e o vírus da febre amarela.
Vírus Sabiá - É um tipo fatal de vírus, que foi isolado no bairro de Sabiá, em Cotia (Grande São Paulo) onde causou uma morte em 1990. Ele causa a febre hemorrágica brasileira. O quadro clínico é semelhante ao da gripe, com náuseas e vômitos, e progride para complicações renais e morte.
Foi identificado pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Acidentalmente, dois pesquisadores (um em Belém, no Pará e outro nos Estados Unidos) foram infectados, mas conseguiram sobreviver.
Vírus da febre amarela - É um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. A febre amarela ocorre em ciclos naturais na América do Sul, mas foi identificada também na África. Na maioria das vezes, a infecção é subclínica, mas pode se tornar grave e até fatal. A febre amarela clássica caracteriza-se pela ocorrência de febre moderadamente elevada, náuseas, queda no ritmo cardíaco, prostração e vômito com sangue.
Acadêmico: Emidio Bruno
enfermagem
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
PROPIEDADES DO VÍRUS DA FEBRE AMARELA
O agente etiológico da febre amarela pertence a família Flaviviridae, gênero Flavivirus, espécie Ylolon Fever vírus (YFV). Os vírions têm morfologia esférica, com 50mn de diâmetro e contém um envelope lipoproteico. O cápside é composto de uma única proteína (C) e o envelope contém duas proteínas codificadas pelo vírus (E e M). A proteína E é hemaglutinina viral e funciona como anti-receptor, e também é responsável pela atividade de fusão dependente de pH que ocorre após a penetração na célula por endocitose.O genoma é constituído por RNA de fita simples e polaridade positiva (+ssRNA), de aproximadamente 11 Kb, não apresenta poli –A na extremidade 3’ e contém uma estrutura do tipo cap na extremidade 5’. O genoma é o único m-RNA encontrado na céula hospedeira e consiste em uma única janela aberta de leitura (ORF, do inglês, Open Reading Frame) que codifica para as três proteínas não estruturais ( NS1, NS2A, NS2B, NS3, NS4A, NS4B e NS5).
Ariane Cíntia Sales Mendes
Enfermagem II Semestre
TRABULSI, Richard,ed.
Microbiologia / Editores Luis Rachid Trabulsi e Flávio alterthum. 5 ed. São Paulo: Atheneu, 2008
Ariane Cíntia Sales Mendes
Enfermagem II Semestre
VÍRUS E ANTIBIÓTICOS
Consideramos como uma das maiores conquistas da ciência moderna, os antibióticos, juntamente com as vacinas e soros, têm salvado muitas vidas.
Os antibióticos atuam em diferentes maneiras sobre as células bacterianas, como por exemplo: podem bloquear a síntese da parede celular; desorganizar estruturalmente a membrana plasmática e inibir a duplicação do DNA.
Mas os vírus são organismos acelulares; não possuem parede celular nem membrana plasmática e se mostram absolutamente inertes quando fora de uma célula viva. Assim, os antibióticos não têm qualquer efeito sobre eles; os vírus são, pois "imunes" à ação destas substâncias. Graças à natureza protéica da capsula viral, que atua como antígeno, um organismo infectado porde se defender contra o vírus produzindo anticorpos específicos, como acontece na gripe. Em alguns casos,a produção de anticorpos específicos pode ser "incentivada" através do uso de vacinas.
Referência: Biologia, Volume único ( Wilson Roberto Paulino ) Editora Ática 2002.
Cleidivânia Rosário, II Semestre.
Os antibióticos atuam em diferentes maneiras sobre as células bacterianas, como por exemplo: podem bloquear a síntese da parede celular; desorganizar estruturalmente a membrana plasmática e inibir a duplicação do DNA.
Mas os vírus são organismos acelulares; não possuem parede celular nem membrana plasmática e se mostram absolutamente inertes quando fora de uma célula viva. Assim, os antibióticos não têm qualquer efeito sobre eles; os vírus são, pois "imunes" à ação destas substâncias. Graças à natureza protéica da capsula viral, que atua como antígeno, um organismo infectado porde se defender contra o vírus produzindo anticorpos específicos, como acontece na gripe. Em alguns casos,a produção de anticorpos específicos pode ser "incentivada" através do uso de vacinas.
Referência: Biologia, Volume único ( Wilson Roberto Paulino ) Editora Ática 2002.
Cleidivânia Rosário, II Semestre.
quinta-feira, 31 de março de 2011
HEPATITE B
A hepatite B é uma doença causada pelo vírus da hepatite B (VHB) pertencente à familia Hepadnaviridae. É um vírus DNA, que apresenta distintos componentes antigênicos localizados na sua superfície ou na região central: o antígeno de superfície s (AgHBs), o antígeno da parte central c (AgHBs) e o antígeno e, cuja presença indica intensa replicação viral.
A infecção pelo vírus da hepatite B pode levar à doença aguda benigna, hepatite fatal, hepatopatia crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular. A doença é assintomática em cerca de 50% de adolescentes e adultos. Em 5% a 10% dos infectados há persistência do AgHBs, tornando-se o indivíduo um portador crônico , estado este arbitrariamente fixado após seis meses de persistência do antígeno no sangue. A probabilidadeda evolução para o estado de portador crônico é maior quanto menor for a idade da pessoa infectada. Devido a sua alta especificidade, o VHB infecta somente o homem, seu reservatório natural. A transmissão ocorre através de solução de continuidade (pele e mucosa); relaçães sexuais; exposição percutânea (parenteral) a agulhas ou outros instrumentos contaminados; transfusão de sangue e seus derivados, uso de drogas endovenosas; procedimentos odontológicos, cirúgicos e de hemodiálise; transmissão perinatal; contatos domiciliares . O periodo de incubação do HVB em geral varia de 30 a 180 dias, em média 60 a 90 dias.
Brucks, Lucia Ferro
Atualidades em doenças infecciosas: manejo e prevenção/
Lucia Ferro Bricks, Maria Célia Cervi,- Saõ Paulo: Editora: Atheneu,2005.
ANNIE ELLEN DE CARVALHO CUNHA
A infecção pelo vírus da hepatite B pode levar à doença aguda benigna, hepatite fatal, hepatopatia crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular. A doença é assintomática em cerca de 50% de adolescentes e adultos. Em 5% a 10% dos infectados há persistência do AgHBs, tornando-se o indivíduo um portador crônico , estado este arbitrariamente fixado após seis meses de persistência do antígeno no sangue. A probabilidadeda evolução para o estado de portador crônico é maior quanto menor for a idade da pessoa infectada. Devido a sua alta especificidade, o VHB infecta somente o homem, seu reservatório natural. A transmissão ocorre através de solução de continuidade (pele e mucosa); relaçães sexuais; exposição percutânea (parenteral) a agulhas ou outros instrumentos contaminados; transfusão de sangue e seus derivados, uso de drogas endovenosas; procedimentos odontológicos, cirúgicos e de hemodiálise; transmissão perinatal; contatos domiciliares . O periodo de incubação do HVB em geral varia de 30 a 180 dias, em média 60 a 90 dias.
Brucks, Lucia Ferro
Atualidades em doenças infecciosas: manejo e prevenção/
Lucia Ferro Bricks, Maria Célia Cervi,- Saõ Paulo: Editora: Atheneu,2005.
ANNIE ELLEN DE CARVALHO CUNHA
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